dias 2 e 4 em Fortaleza
O retiro de carnaval Renascer, realizado pela Comunidade Católica Shalom em Fortaleza, ocorrerá durante os dias 2, 3 e 4 de março no ginásio Paulo Sarasate, das 8h às 20h, com entrada franca. Em sua 28ª edição, o tema do encontro é "Há mais alegria", baseando-se na carta apostólica do Papa Francisco, a encíclica Evangelii Gaudium, que permeará todo o encontro.
Música, alegria, adoração
O Renascer conta com aproximadamente 50 músicos da Comunidade. Entre eles, Missionário Shalom, Suely Façanha, Leozany Oliveira, Ana Gabriela, realizando a animação e conduzindo os momentos de louvor. Outro ponto forte do evento são os momentos de adoração.
SERVIÇO]
Renascer 2014
Quando: 2, 3 e 4 de março
Que horas? 8h às 20h
Local: Ginásio poliesportivo Paulo Sarasate (Rua Idelfonso Albano,2050, Aldeota) - Entrada franca.
Mais informações: (85) 3295.4583 - http://www.comshalom.org/renascerfortaleza
PROGRAMAÇÃO
02/03 – DOMINGO8h30 – Acolhida
9h – Adoração ao Santíssimo Sacramento
10h30 – Intervalo
11h – Momento de Animação e Louvor
11h20 - Apresentação Artística
11h30 – Pregação sobre o tema central “Há mais alegria”
12h30 – Intervalo
14h30 – Retorno/Louvor
15h – Orientações para o Seminário de Vida no Espírito Santo (SVES) e Cursos temáticos
15h30 – SVES/Cursos
16h30 – Intervalo
17h – SVES/Cursos
18h – Santa Missa
03/03 – SEGUNDA
8h30 – Acolhida
9h – Adoração ao Santíssimo Sacramento
10h30 – Intervalo
11h – Momento de Animação e Louvor
11h20 – Apresentação Artística
11h30 – Pregação sobre o tema central “Há mais alegria”.
12h30 – Intervalo
14h30 – Retorno/Louvor
15h – SVES/Cursos
16h – Avisos/ Intervalo
16h30 – Retorno para SVES/Cursos
17h30 – Preparação para a missa
18h – Santa Missa
04/03 – TERÇA
8h30 – Acolhida
9h – Adoração ao Santíssimo Sacramento
9h50 – Pregação sobre Efusão do Espírito Santo
11h – Intervalo
11h30 – Oração pedindo a Efusão do Espírito Santo
12h30 – Intervalo
14h30 – Retorno/Louvor
15h – SVES/Cursos
16h – Intervalo
16h30 – Retorno para SVES/Cursos
17h30 – Preparação para a missa
18h – Santa Missa
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21 de fevereiro: Há 13 anos o beato João Paulo II criava o Cardeal Jorge Maria Bergoglio, hoje Papa Francisco

21 de fevereiro: Há 13 anos o beato João Paulo II criava o cardeal Jorge Maria Bergoglio, hoje Papa Francisco. A Rádio Vaticano recordou que hoje, 21 de fevereiro, cumprem-se 13 anos desde que o Beato João Paulo II criou cardeal a Jorge Mario Bergoglio, entre outros 43 novos cardeais.
João Paulo II, quem criou 231 cardeais durante seus quase 27 anos de pontificado, assinalou então que eram “os primeiros cardeais criados no novo milênio” e destacou que “depois de ter bebido em abundância das fontes da misericórdia divina durante o Ano Santo”, a mística nave da Igreja se preparava para “navegar mar adentro” de novo para levar ao mundo a mensagem da salvação.
“Juntos -disse o Papa peregrino- queremos desdobrar as velas ao vento do Espírito, atentos aos sinais dos tempos e interpretando-os à luz do Evangelho, para responder ‘às perenes interrogantes dos homens sobre o sentido da
“Juntos -disse o Papa peregrino- queremos desdobrar as velas ao vento do Espírito, atentos aos sinais dos tempos e interpretando-os à luz do Evangelho, para responder ‘às perenes interrogantes dos homens sobre o sentido da vida presente e futura e sobre a relação mútua entre ambas’”.
Um dos cardeais criados por João Paulo II foi Jorge Mario Bergoglio – hoje papa Francisco - como anunciou no Ângelus de 21 de janeiro de 2001, com o nome de outros cardeais. E em 21 de fevereiro de 2001, véspera da solenidade da Cátedra de Pedro pronunciou a solene fórmula em latim.
Um dos cardeais criados por João Paulo II foi Jorge Mario Bergoglio – hoje papa Francisco - como anunciou no Ângelus de 21 de janeiro de 2001, com o nome de outros cardeais. E em 21 de fevereiro de 2001, véspera da solenidade da Cátedra de Pedro pronunciou a solene fórmula em latim.
João Paulo II, quem criou 231 cardeais durante seus quase 27 anos de pontificado, assinalou então que eram “os primeiros cardeais criados no novo milênio” e destacou que “depois de ter bebido em abundância das fontes da misericórdia divina durante o Ano Santo”, a mística nave da Igreja se preparava para “navegar mar adentro” de novo para levar ao mundo a mensagem da salvação.
“Juntos -disse o Papa peregrino- queremos desdobrar as velas ao vento do Espírito, atentos aos sinais dos tempos e interpretando-os à luz do Evangelho, para responder ‘às perenes interrogantes dos homens sobre o sentido da
“Juntos -disse o Papa peregrino- queremos desdobrar as velas ao vento do Espírito, atentos aos sinais dos tempos e interpretando-os à luz do Evangelho, para responder ‘às perenes interrogantes dos homens sobre o sentido da vida presente e futura e sobre a relação mútua entre ambas’”.
Um dos cardeais criados por João Paulo II foi Jorge Mario Bergoglio – hoje papa Francisco - como anunciou no Ângelus de 21 de janeiro de 2001, com o nome de outros cardeais. E em 21 de fevereiro de 2001, véspera da solenidade da Cátedra de Pedro pronunciou a solene fórmula em latim.
Um dos cardeais criados por João Paulo II foi Jorge Mario Bergoglio – hoje papa Francisco - como anunciou no Ângelus de 21 de janeiro de 2001, com o nome de outros cardeais. E em 21 de fevereiro de 2001, véspera da solenidade da Cátedra de Pedro pronunciou a solene fórmula em latim.
Com informações de ACI Digital
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Fiéis cumprimentam Dom Orani por cardinalato
Inúmeros fiéis voltaram a lotar a Praça de São Pedro, no Vaticano, ao fim da tarde do dia 22 de fevereiro, às 16h30 (horário local), para cumprimentar os bispos que foram criados cardeais pelo Papa Francisco.
Cada um dos cardeais permaneceu em uma das diferentes dependências do Vaticano, variando entre a Basílica de São Pedro e as salas ao redor da praça. O arcebispo do Rio, Dom Orani João Tempesta, recebeu os cumprimentos na Sala Paulo VI, como tinha sido divulgado anteriormente pela Santa Sé.
O antigo Secretário de Estado do Vaticano, Cardeal Tarcisio Bertone, foi até a sala para saudar Dom Orani. No local, afirmou: “Não pude deixar de vir e agradecer ao Cardeal Tempesta pelo excelente trabalho da Jornada Mundial da Juventude”.
Um homem de ações concretas
Para o fundador da Comunidade Canção Nova, monsenhor Jonas Abib, é uma honra muito grande para o Brasil receber mais um cardeal, ainda mais um “homem de oração como Dom Orani”.
“Estamos todos muito contentes, com a criação do Cardeal Tempesta. Dom Orani é uma pessoa maravilhosamente contemplativa e um homem de ações muito concretas. Digo isso desde os tempos dele como seminarista, pois a paróquia dos Cistercienses era também a nossa. Nós nos conhecemos muito de perto. Tenho certeza de que Dom Orani como cardeal fará um bem muito grande para a Igreja”, afirmou.
Peregrinos de todos os recantos
Um dos peregrinos que enfrentou a fila para saudar o novo cardeal foi o leigo Antônio César Azevedo Neves, que trabalhou com Dom Orani durante o período em que foi Arcebispo de Belém, no Pará, especialmente na organização da Festa do Círio de Nazaré.
“Fizemos uma grande amizade com Dom Orani. E ele nos deixou muitas saudades. Porém, estamos sempre acompanhando o trabalho que ele desenvolve. Não perdemos o vínculo e participamos de tudo em sua trajetória. Pelo que conheço dele, é uma pessoa que desempenhará muito bem a função do cardinalato. Tenho certeza de que o Papa Francisco ganhou um grande reforço no trabalho do Vaticano”, frisou.
“Fizemos uma grande amizade com Dom Orani. E ele nos deixou muitas saudades. Porém, estamos sempre acompanhando o trabalho que ele desenvolve. Não perdemos o vínculo e participamos de tudo em sua trajetória. Pelo que conheço dele, é uma pessoa que desempenhará muito bem a função do cardinalato. Tenho certeza de que o Papa Francisco ganhou um grande reforço no trabalho do Vaticano”, frisou.
Mais um grupo de peregrinos fez questão de cumprimentar o novo cardeal, oriundos da Diocese de São José do Rio Preto, em São Paulo, local para onde Dom Orani foi designado após sua ordenação episcopal.
Dente os leigos, esteve presente a médica oftalmologista Maria Ângela Arredes Alves Ferreira, que prestava atendimento aos seminaristas da região e que atuava também na comunicação da diocese. “Conheci Dom Orani na época em que fui presidente de uma sociedade de cirurgia refrativa. Foi quando o convidei para dar uma bênção na nossa sede e nos equipamentos. Desde então, comecei a acompanhá-lo e ajudar no trabalho da Cúria. Dom Orani tem uma grande capacidade de fazer e conservar amigos. Por isso, estou aqui o prestigiando, em nome dessa amizade que nasceu há tanto tempo”, disse.
Ao fim dos cumprimentos, na companhia de bispos, padres e familiares, o Cardeal Tempesta se dirigiu para participar de uma recepção oferecida pelo embaixador brasileiro junto à Santa Sé, em sua residência.
Ao fim dos cumprimentos, na companhia de bispos, padres e familiares, o Cardeal Tempesta se dirigiu para participar de uma recepção oferecida pelo embaixador brasileiro junto à Santa Sé, em sua residência.
Fonte: Arqrio
Fotos: Igor Marques e Carlos Moioli**
_________________________________________________________________________________Contribuição do papa Francisco chega às contas da JMJ
Crédito foto: pt.mashpedia.comO Papa Francisco reconheceu o grande trabalho do Comitê Organizador Local para a realização da Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro. Foi a primeira viagem internacional e primeiro retorno à América Latina após o início de seu Pontificado. No Rio, encontrou uma Igreja jovem, viva e atuante. Tudo reverberava o projeto da Nova Evangelização.
Sensibilizado, ele demonstrou a intenção de contribuir com uma ajuda financeira para saldar parte dos investimentos da JMJ Rio2013, o que foi concretizado neste mês de janeiro.
A JMJ Rio2013 passou por auditoria independente da Ernst&Young que confirmou o déficit de R$ 91,3 milhões, registrado em 31 de agosto último. Após o evento, com a negociação com fornecedores, doações, campanha e a venda de um imóvel, o saldo da dívida com credores diminui para R$ 43,2 milhões, sendo R$ 20,28 milhões devidos a diversos fornecedores e R$ 22,92 milhões com despesas de alimentação.
Há um esforço local para saldar os compromissos financeiros. Os contratos ainda em aberto estão sendo renegociados e os valores pendentes devem ser quitados na medida em que os recursos estiverem disponíveis.
O Sumo Pontífice dispôs a contribuição de R$ 11,7 milhões, com a finalidade de ajudar a cobrir parte das despesas da organização da Jornada.
Em outubro, foi lançada a campanha de doações, que recebeu cerca de R$ 800 mil. Estes recursos foram aplicados na JMJ Rio2013.
A JMJ consolidou parcerias que resultaram no lançamento de quatro produtos (três DVDs e um CD). As vendas também serão fontes de recursos.
Todos os investimentos da Jornada Mundial da Juventude Rio2013 estão sendo pagos com recursos próprios, o que inclui doações, inscrições, venda de patrimônio, licenciamento da marca.
Não houve qualquer aporte de dinheiro público, sendo inverídica a informação de que a Jornada teria recebido R$ 118 milhões dos Governos Federal, Estadual e Municipal. A participação da administração pública se deu para assegurar o funcionamento dos serviços públicos durante o evento.
A JMJ Rio 2013 marcou a mente e o coração de todos que assistiram e participaram desta grande festa de fé, solidariedade e alegria.
Fonte: Assessoria de Imprensa da JMJ Rio2013, Carol de Castro.
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Dom José Antônio Tosi emite mensagem de paz para 2014
Na última terça-feira, 21, o Arcebispo de Fortaleza, Dom José Antônio Aparecido Tosi, emitiu uma mensagem de esperança e paz a todos. Leia abaixo:
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| Crédito Foto: www.arquidiocesedefortaleza.org.br |
"Iniciamos 2014 sob o sinal da Esperança na construção da Paz. Para nós na Arquidiocese de Fortaleza será este o Ano da Esperança, segundo ano no triênio de preparação para o Jubileu Centenário da Arquidiocese. Para toda a humanidade, nos votos e mensagem do Papa Francisco, a Paz se constrói com a Fraternidade, fundamento e caminho para a Paz.
Para a humanidade é possível esperar por um mundo de Paz. E “A Esperança não decepciona” (Rom 5,5 ), quando se constrói o presente e o futuro com a fraternidade. E será de se esperar a fraternidade entre todos os povos, nações, raças, línguas que parecem dividir a humanidade ao invés de uni-la?
Papa Francisco abriu sua mensagem de Ano Novo 2014: “Na realidade, a fraternidade é uma dimensão essencial do homem, sendo ele um ser relacional. A consciência viva desta dimensão relacional leva-nos a ver e tratar cada pessoa como uma verdadeira irmã e um verdadeiro irmão; sem tal consciência, torna-se impossível a construção duma sociedade justa, duma paz firme e duradoura. E convém desde já lembrar que a fraternidade se começa a aprender habitualmente no seio da família, graças sobretudo às funções responsáveis e complementares de todos os seus membros, mormente do pai e da mãe. A família é a fonte de toda a fraternidade, sendo por isso mesmo também o fundamento e o caminho primário para a paz, já que, por vocação, deveria contagiar o mundo com o seu amor”.
Já por razão natural toda pessoa humana se reconhece semelhante a outras pessoas humanas das quais nasce, com as quais vive e se relaciona. A primeira experiência de relacionamento humano é o intrafamiliar, e ele se expande à medida em que a vida se desenvolve. O horizonte humano se amplia e vai até a universalidade da humanidade que o irmana.
Mais que todas as diferenças pessoais, familiares, sociais, nacionais, de raça, cor, religião, cultura, há uma semelhança que irmana no destino comum de todos.
E esta fraternidade universal não clama, também, ela mesma, por uma filiação universal, por uma paternidade universal?
Mas… há sempre um mas…
Com o mesmo Papa Francisco todos constatamos: “Em muitas partes do mundo, parece não conhecer tréguas a grave lesão dos direitos humanos fundamentais, sobretudo dos direitos à vida e à liberdade de religião. Exemplo preocupante disso mesmo é o dramático fenômeno do tráfico de seres humanos, sobre cuja vida e desespero especulam pessoas sem escrúpulos. Às guerras feitas de confrontos armados juntam-se guerras menos visíveis, mas não menos cruéis, que se combatem nos campos econômico e financeiro com meios igualmente demolidores de vidas, de famílias, de empresas”.
Vivemos a globalização que, como afirmou Bento XVI, “nos torna vizinhos, mas não nos faz irmãos.”Continuam e mesmo crescem mais as situações de desigualdade, pobreza e injustiça que indicam não só a falta de fraternidade, mas também de uma cultura de solidariedade. Existe, sim, e agride a todos o individualismo, o egocentrismo e o consumismo materialista, a mentalidade do “descartável” que leva ao desprezo e abandono dos mais fracos, daqueles que são considerados “inúteis”, dos que não contam. Assim, a convivência humana torna-se relação de comércio e de desfrute e domínio egoísta.
A humanidade necessita de paternidade, da Paternidade que fundamenta sua própria fraternidade e que dá consistência aos relacionamentos fraternos entre todas as pessoas humanas. O reconhecimento desta paternidade divina, transcendente, deste Amor que é fonte de Vida, leva ao amor verdadeiro entre os que são irmãos e irmãs, leva ao cuidado do outro, de todos, e a partir do mais frágil, do mais fraco, do mais necessitado. A referência muda totalmente. Já não é o “eu” o centro da existência, é o “outro”, será afinal o “nós” unidos pelo Amor do que o Outro de todos juntos.
Este cuidado do irmão está presente nas intenções do Pai Criador desde a origem. É ele mesmo quem pergunta ao homem homicida: «Onde está o teu irmão?» (Gn 4, 9)
Esta busca pelo homem fragilizado nas relações marcou toda a ação reveladora e salvadora de Deus na história da humanidade.
Vale a pena retornar às mesmas palavras do Papa Francisco em sua mensagem de início de ano: “Surge espontaneamente a pergunta: poderão um dia os homens e as mulheres deste mundo corresponder plenamente ao anseio de fraternidade, gravado neles por Deus Pai? Conseguirão, meramente com as suas forças, vencer a indiferença, o egoísmo e o ódio, aceitar as legítimas diferenças que caracterizam os irmãos e as irmãs?”
”Parafraseando as palavras do Senhor Jesus, poderemos sintetizar assim a resposta que Ele nos dá: dado que há um só Pai, que é Deus, vós sois todos irmãos (cf. Mt 23, 8-9). A raiz da fraternidade está contida na paternidade de Deus. Não se trata de uma paternidade genérica, indistinta e historicamente ineficaz, mas do amor pessoal, solícito e extraordinariamente concreto de Deus por cada um dos homens (cf. Mt 6, 25-30). Trata-se, por conseguinte, de uma paternidade eficazmente geradora de fraternidade, porque o amor de Deus, quando é acolhido, torna-se no mais admirável agente de transformação da vida e das relações com o outro, abrindo os seres humanos à solidariedade e à partilha ativa.”
“Em particular, a fraternidade humana foi regenerada em e por Jesus Cristo, com a sua morte e ressurreição. A cruz é o ‘lugar’ definitivo de fundação da fraternidade que os homens, por si sós, não são capazes de gerar. Jesus Cristo, que assumiu a natureza humana para redimi-la, amando o Pai até a morte e morte de cruz (cf. Fl 2, 8), por meio da sua ressurreição constitui-nos como humanidade nova, em plena comunhão com a vontade de Deus, com o seu projeto, que inclui a realização plena da vocação à fraternidade.”
Aqui se fundamenta toda a nossa Esperança de que a humanidade poderá encontrar o seu Caminho. É possível a Fraternidade. É não apenas desejável, mas realizável a Paz. Será possível a fraternidade vencer a exclusão, o empobrecimento. É possível uma economia a favor da humanidade na solidariedade e não contra ela. A fraternidade extingue todas as guerras, as corrupções, os crimes organizados. A fraternidade ajudará a guardar, a preservar, a cultivar, a conviver solidariamente com a natureza.
Vale terminar esta nossa conversa com as palavras do próprio Papa Francisco: “Há necessidade que a fraternidade seja descoberta, amada, experimentada, anunciada e testemunhada; mas só o amor dado por Deus é que nos permite acolher e viver plenamente a fraternidade”.
+ José Antonio Aparecido Tosi Marques
Arcebispo Metropolitano de Fortaleza




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